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O conceito de RSC e o que significa, Lorena Carreño

2 Fevereiro, 2017 |by Cibecom | Comentários fechados em O conceito de RSC e o que significa, Lorena Carreño | , Noticias | , , ,

Muitas empresas veem a Responsabilidade Social como um gasto e não como um investimento, e esta questão precisa ser tratada, de uma vez por todas, como um pilar da competitividade alinhado com a estratégia dos negócios e não como uma mera filantropia ou caridade. Para alcançar este objetivo não significa que tenha que se mudar a essência do negócio, mas sim que se utilizem diferentes métodos. No México, o assunto está na ordem do dia há vários anos, e cada vez mais vemos um avanço gradual na agenda pública e empresarial. Está provado que, na altura de escolher entre duas marcas da mesma qualidade e preço, a decisão de compra incide em 41% para aquela marca que tem a componente da responsabilidade social, seguida do design e da inovação, que atingem 32% ou 26% de lealdade à marca. E como se não bastasse, estudos oficiais indicam que 70% dos consumidores dizem que estão dispostos a pagar mais por uma marca que apoie causas sociais ou ambientais.

Que benefícios proporciona a RSC (Responsabilidade Social Corporativa) e que prioridade dão as organizações a este assunto? A União Europeia no seu “Livro Verde” define-a como “a integração voluntária pelas empresas de preocupações sociais e ambientais nas suas operações comerciais e na sua relação com os seus interlocutores“, e o Conselho Mundial Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável enquadra-a como “o compromisso das empresas para contribuir para o desenvolvimento económico sustentável com os funcionários, as suas famílias, a comunidade local e sociedade em geral para melhorar a sua qualidade de vida“. Em ambas as definições está a sociedade, o meio ambiente e criação de valor no longo prazo.

Se o termo RSC está ligado ao desenvolvimento sustentável e à gestão do seu impacto económico, deveria ser visto a partir da perspectiva de rentabilidade no negócio, mas não é assim, já que para a maioria das empresas este assunto ainda não faz parte do seu core business, pelo que é necessária uma maior consciência social e, para além das boas intenções de exibir um diploma entregue por terceiros, são necessárias melhores ferramentas que permitam aos empresários aplicar melhor os seus esforços.

A Aliança para a Responsabilidade Social Corporativa (AliaRSE) e o Centro Mexicano para a Filantropia (Cemefi) fizeram a primeira tentativa para distinguir as empresas com esta abordagem no país. Embora haja muito espaço para melhorar, esta é uma primeira iniciativa para evidenciar estratégias empresariais, divulgando as ações das empresas que têm um verdadeiro impacto social. Sem dúvida, o interesse para obter esta distinção está a crescer, já que, 17 empresas obtiveram o diploma em 2001, e em 2014 o número de empresas galardoadas aumentou para 774.

Este diploma não é uma certificação, mas sim um auto-diagnóstico suportado pela organização e verificado pelas empresas que o concedem.

O interesse em promover a responsabilidade social tem levado a outras iniciativas de várias organismos, tais como o Instituto de Desenvolvimento Empresarial Anáhuac (IDEA), o Instituto Mexicano de Executivos de Finanças (IMEF), a Norma Mexicana de Responsabilidade Social, o Pacto Global México, a Red Puentes, e os Comunicadores de Responsabilidade Social (COPARES), entre outros. Isso revela que há muito a ser feito, e que a estratégia de Responsabilidade Social das Organizações deve ser integrada.

A questão da reputação e da imagem de marca tem dado um forte impulso à responsabilidade social: quando uma organização está envolvida numa crise mediática motivada por danos ambientais, direitos humanos ou corrupção, os gestores aceleram a implementação dos esforços de gestão ética nos seus negócios. Se nos anos cinquenta do século XX o bem mais valioso da organização eram os bens tangíveis, na primeira década do século XXI isso mudou, para dar mais valor à marca. De acordo com a Brand Finance, atualmente os bens tangíveis representam apenas 10% do valor da marca. Hoje, a maior riqueza está na relação da marca com a sociedade, pois os consumidores já não procuram os valores da marca, é a marca que tem de aproximar-se dos nossos valores e aspirações como sociedade. Logo mais, não é a própria sociedade que deverá avaliar as empresas nas suas ações de Responsabilidade Social?.

O termo Responsabilidade Social tem sido conotado com conceitos como a filantropia ou caridade, o que, longe de ajudar ao seu posicionamento, dão uma noção completamente alheia da sua verdadeira função. Durante décadas, foram desenvolvidos esforços para não ser identificada como uma questão assistencial: antes de mais, deve gerar um maior compromisso com a empresa, identificar melhor o seu impacto social externo e na sua própria estrutura, como um claro compromisso de trabalho com os seus funcionários e membros de uma comunidade específica.

Por outras palavras, a RSC envolve o diálogo e a interação com os diversos stakeholders da organização, pois esta é uma visão de negócio que integra o respeito pelas pessoas, pelos valores éticos, pela comunidade e pelo meio ambiente com a própria gestão da empresa, independentemente do produto, do serviço, do setor de atividade, do tamanho ou da nacionalidade com que aparece no mercado. Esta atitude não é alheia à função original da empresa, mas pelo contrário, implica cumprir com a sua missão sabendo que terá um impacto, positivo ou negativo, com os grupos ligados ao seu funcionamento. Se não for aplicada de forma integral, corre-se o risco da implementação de práticas que, embora sejam socialmente responsáveis, ao não estarem coordenadas com um mandato e uma cultura institucional, podem vir a ser suspensas por qualquer eventualidade, situação imprevista, crise orçamental ou de gestão da empresa.

Em resumo, a RSE está comprometida com a melhoria contínua da organização, o que pode gerar valor acrescentado para todos os seus stakeholders e com eles ser sustentavelmente competitiva: na sua estrutura interna, focada na criação de valor entre os colaboradores que se integram com equidade, justiça, qualidade de vida e desenvolvimento integral; e na sua estrutura externa, na geração de bens úteis para os seus stakeholders, além do reconhecimento social e corporativo, e o ambiente favorável do mercado para o desenvolvimento do negócio.

A RSC enquadra-se em quatro áreas estratégicas que são a ética empresarial e a governança, a qualidade de vida da empresa, a ligação e o compromisso com a comunidade e seu desenvolvimento, e o cuidado e preservação do meio ambiente. Estas quatro áreas estão inseridas nos princípios do Pacto Global para apoiar e implementar um conjunto de valores fundamentais nas áreas de direitos humanos, das normas laborais e do meio ambiente, o que significa que uma empresa deve promover mudanças positivas em sectores relevantes para as suas operações de negócios.

Com um percurso de mais de 20 anos de experiência, Lorena Carreño foi presidente da PRORP, a Associação Mexicana de Relações Públicas. Atualmente é vice-presidente da CICOM (Confederação de Comunicação de Marketing) e diretora geral da Marketing Q S&C, uma empresa de consultoria de Comunicação Corporativa, e sócia da agência LewisPR, com sede em Londres.

Pode ser contactada em: lcarreno@marketingq.com.mx e @LoreCarreno

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Olga Oro, Presidente da PRORP, México: “A reputação de uma organização é o seu principal valor”

2 Janeiro, 2017 |by Cibecom | Comentários fechados em Olga Oro, Presidente da PRORP, México: “A reputação de uma organização é o seu principal valor” | La entrevista, Noticias | ,

P: Qual é o principal desafio que os profissionais de relações públicas enfrentam na América Latina?

R: O desafio mais importante é demonstrar o valor da nossa profissão, a real importância na gestão de reputação de uma empresa.

Para isso, identifico quatro pontos muito importantes que devemos trabalhar para fortalecer o nosso trabalho:

a) Medição em Relações Públicas, convencer os nossos clientes que há algo mais do que a perspetiva quantitativa de valor publicitário equivalente, e agregar indicadores qualitativos que estejam alinhados com os objetivos estratégicos planejados.

b) Estratégia de Comunicação com influenciadores, todos os dias esta gestão está a gerar mais impacto e repercussões nas marcas dos nossos clientes, pelo que devemos focar-nos em trabalhar na criação de uma relação autêntica entre esses influenciadores e as nossas marcas.

c) Comunicar visualmente, a cada dia é mais importante que os profissionais tirem partido das técnicas de imagem e utilizem vídeos na estratégia de comunicação dos seus clientes ou marcas, aproveitando sempre as plataformas de redes sociais.

d) Criatividade na entrega das mensagens, devemos considerar que a maneira como contamos as histórias é fundamental assim como a escolha dos meios. Temos de continuar a inovar e a explorar diferentes plataformas para cada vez obter mais sucesso junto das audiências escolhidas.

P: Qual é a relação entre as relações públicas e a reputação de uma organização?

R: Um dos aspetos fundamentais das relações públicas é criar, manter e cuidar da imagem corporativa das organizações. Uma boa imagem corporativa leva a que a empresa obtenha uma perceção positiva e uma boa reputação.

A reputação de uma organização é o seu principal valor. É o ativo mais importante já que cria e sustenta o valor da marca, o preço da ação, a confiança dos clientes e provedores, a credibilidade com as autoridades e a retenção dos melhores colaboradores… mas é também o ativo mais vulnerável.

P: Quais são os três primeiros passos em relações públicas, que devem ser seguidos por uma empresa, quando confrontada com uma crise?

R: As crises surgem quando um evento importante ameaça prejudicar a imagem da marca ou empresa, e o trabalho da agência de Relações Públicas ou do responsável de Relações Públicas de cada empresa deve passar pela monitorização e identificação da crise, seguindo estes passos:

Passo 1. Identificar e Monitorizar
Identificar que tipo de evento gerou a crise e monitorizar e adaptar a comunicação aos canais de difusão e viralização.

Passo 2. Formar um Comité de Crise e recorrer (se existir) ao Manual de Crise da empresa.
O Comité de Crise deve ser formado com pessoas que disponham da informação e que sejam especialistas no tema do problema. A administração da empresa deve ser envolvida na tomada de decisões imediatas e nunca devemos negligenciar a comunicação interna. É vital que os colaboradores tenham a informação em primeira mão.

Passo 3. Reagir em tempo útil e com absoluta transparência
Há que reagir rapidamente e admitir o que aconteceu, evitando cair em provocações. Seja proativo… assuma o controlo da situação antes que outros a assumam por si.

Responda honestamente, mesmo que não tenha todos os dados no momento. E continue a comunicar os fatos ou a agir com base nos elementos que vai tendo.

P: Qual é o maior erro que as organizações cometem na hora de implementar uma estratégia de comunicação digital?

R: O principal erro é participar sem uma estratégia adequada aos objetivos de negócio e aos valores fundamentais da empresa.

Muitas vezes, uma organização decide que não vai participar nas redes sociais, porque não sabe como fazê-lo e porque tem medo de “abrir uma porta” de onde pode receber comentários que não quer ouvir… A essas organizações o que digo sempre é que, mesmo que não participam, a sua imagem corporativa e as suas marcas estão presentes nos comentários dos seus públicos e se surgir algo negativo, a sua reputação vai ser afetada sem que a empresa dê conta.

Atualmente, as organizações devem ter uma estratégia de comunicação digital como parte integrante do seu programa de comunicação. Ninguém se pode dar ao luxo de não o fazer sem correr um sério risco de ver a sua reputação ser afetada pelo seu silêncio ou por uma má gestão da sua estratégia.

P: Por que considera que uma cimeira como a CIBECOM’2017 é importante para o desenvolvimento presente e futuro de uma organização como a PRORP (México)?

R: As relações públicas, assim como o marketing, a publicidade e a comunicação organizacional vão-se transformando dia-a-dia, adaptando-se às novas tendências e ao ambiente digital. Uma cimeira como a CIBECOM’2017 permite-nos contactar com profissionais de comunicação que implementaram ações inovadoras e bem-sucedidas, nos seus respetivos países ou regiões, dando-nos novas ideias e aprendizagens aplicáveis aos nossos ambientes.

Para além disso, a CIBECOM’2017 também nos dá, pela primeira vez, a oportunidade de reconhecer campanhas de sucesso de cada país da Ibero-América, através dos Prémios Fundacom, e também ainda de conhecer melhor as práticas de comunicação nestes mercados através do LCM (Latin America Communication Monitor.

Tudo isto fortalece a PRORP e os seus associados, mantendo-nos atualizados com o que vai acontecendo à sua volta e a um nível regional.

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Um olhar sobre o estado das Relações Públicas no México

31 Outubro, 2016 |by Cibecom | 0 Comments | , Noticias | ,

Há muito tempo que ficou para trás a visão que se tinha sobre o significado da área das Relações Públicas.

A comunicação organizacional com os seus interlocutores, deixou de depender apenas dos boletins e comunicados que se geravam nas áreas de comunicação, e hoje contratam-se empresas e pessoal especializado em gestão da informação e, sobretudo, na arte de comunicar.

A globalização e a necessidade dos agentes económicos e dos políticos mexicanos de informar os seus públicos internos e externos sobre a situação do país, obrigaram a que as empresas e o próprio governo recorressem à experiência das agências de relações públicas para fortalecer a credibilidade das suas mensagens.

Com o crescimento das Redes Sociais, que nos permitem ter acesso instantâneo à informação, a prática das relações públicas foi obrigada a profissionalizar-se e a especializar-se cada vez mais.

As relações públicas alteraram-se qualitativamente convertendo-se no canal de comunicação através do qual as empresas expõem as suas estratégias e a sua

Operação – são neste momento uma necessidade. Os consumidores finais exigem cada vez mais informação e de maior qualidade, não só relativamente aos bens e serviços que estão dispostos a consumir, mas também relativamente ao caráter da empresa que os produz ou oferece.

Uma das maiores transformações que ocorreu no mundo das relações públicas tem precisamente a ver com quem as pratica: os profissionais deixaram de ser apenas os porta-vozes da empresa e tornaram-se storytellers ou contadores de histórias.

São agora uma presença que nos conta uma história sobre a empresa, o produto, a indústria da qual faz parte, das mudanças na mesma e de como, por vezes, as crises se convertem em oportunidades.

Os dados concretos neste setor falam de um crescimento económico constante, de uma inegável profissionalização das agências especializadas ou dos Departamentos de Relações Públicas das empresas.

De acordo com os números da sondagem anual realizada pela Associação Mexicana de Profissionais de Relações Públicas (PRORP), o valor de mercado da indústria das Relações Públicas em 2015 foi de $6,500 milhões de pesos, o que demonstra uma inversão da clara tendência para o crescimento no intangível que resulta ser a Reputação Corporativa e nas atividades da era digital, que são cada vez mais valorizadas.

O resultado deste estudo fala da maturidade da indústria e da relevância desta disciplina com as estratégias de comunicação, que devem dar a conhecer os valores da empresa, a sua filosofia, o seu compromisso e responsabilidade com o meio ambiente e a sociedade no seu todo.

 

Olga Oro Coppel

Presidente

PRORP

Associação Mexicana de Profissionais de Relações Públicas

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Conclusões do 9º Congresso Internacional de Relações Públicas da PRORP, México

29 Setembro, 2016 |by Cibecom | Comentários fechados em Conclusões do 9º Congresso Internacional de Relações Públicas da PRORP, México | , Noticias | ,

A 29 de Agosto decorreu o 9º Congresso Internacional de Relações Públicas organizado pela Associação Mexicana de Profissionais de Relações Públicas (PRORP), um espaço destinado ao debate e à discussão das últimas tendências em matéria de Relações Públicas no México.

Pelo nono ano consecutivo, o Congresso conseguiu reunir especialistas de alto nível internacional e nacional como Michael Briggs da Ogilvy PR, Charlotte Runco e Rob Hittner  da Edelman, Gabriel Guerra da Guerra Castellanos e Associados e Fred Cokk da Golin International, entre outros, que contribuíram com a sua valiosa experiência e visão do futuro da indústria das Relações Públicas.

Este ano, o Congresso não só gerou a discussão de temas atuais, como também deu origem à controvérsia gerada por diferentes atores nacionais e internacionais dos nossos dias.

Neste contexto, Michael Briggs fez uma analogia dos “muros” e “fronteiras” que se tentaram impor entre o México e os Estados Unidos, e que foram derrubados no mundo global das Relações Públicas. “As Relações Públicas Recarregadas: mudança iminente.”

Enquanto isso, Charlotte Runco e Rob Hittner da Edelman PR explicaram como o conteúdo das mensagens dos influenciadores mudou na sua essência … “no seu DNA”, e como este grupo de comunicadores veio para ficar e influenciar, como o seu próprio nome indica, a comunicação.

Fred Cook, da Golin Internacional, surpreendeu muito positivamente ao mostrar os resultados do Global Communications Report.

O cientista político Gabriel Guerra, por sua vez, deu o seu ponto de vista sobre o presente e o futuro da comunicação política, analisando o caso controverso de Donald Trump enquanto candidato à Presidência dos Estados Unidos.

A larga experiência de Oscar Kauffman, da Nicestream, levou a um maior foco na comunicação digital e nas mudanças que irão surgir nesta área. Para fechar o ciclo de conferências, Mayte Rodríguez,  Diretora Geral da Clear Channel, falou sobre a importância da inovação e da adaptação à mudança no crescimento e desenvolvimento das empresas.

Algumas reflexões sobre o congresso e o futuro das Relações Públicas:

  • Mensagem em função do público-alvo
  • Sem investigação não há estratégia
  • O futuro das Relações Públicas deve ser orientado para a criação de conteúdos
  • Inovar e adaptar-se à mudança
  • A equipa humana é o motor da mudança
  • Pensar digitalmente
  • É preciso ter uma visão de longo prazo.

Para terminar o dia, a PRORP organizou uma série de workshops sobre diferentes temas: Produção de conteúdos digitais atraentes; Técnicas de Stand Up Comedy para porta-vozes; Como transformar uma agencia de Relações Públicas tradicional numa agência digital; e Estratégias de comunicação interna centradas no negócio.

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Congresso Internacional de Relações Públicas PRORP

27 Julho, 2016 |by Cibecom | Comentários fechados em Congresso Internacional de Relações Públicas PRORP | | ,

No próximo dia 29 de agosto, acontecerá a nona edição do Congresso Internacional de Relações Públicas PRORP. O mesmo acontecerá no Museu de Memória e Tolerância da Cidade do México; e terá as perspectivas da profissão como enfoque. Olga Oro, presidente da PRORP, entidade organizadora do evento, abrirá o congresso.

A primeira conferência do evento: “As Relações Públicas reloaded. Uma mudança eminente”, será comandada por Michael Briggs, VP executivo e diretor de Insights and Strategy da Ogilvy. Igualmente, Maite Rodríguez, diretora geral do Clear Channel México, desenvolverá a última apresentação do dia: O Futuro da Comunicação Corporativa, Inovação e Adaptabilidade como Vantagem Competitiva.

Outros palestrantes que participarão e que compartilharão seus conhecimentos em comunicação e relações públicas são: Laura Goldsmith, diretora de Estratégia Digital; Charlotte Runco, VP de Marketing Digital na Edelman; Oscar Kaufmann, diretor geral de Nicestream Group México; e Gabriel Guerra Castellanos, presidente e diretor geral de Guerra Castellanos y Asociados.

Nesse mesmo dia, serão realizados quatro oficinas simultâneas, todas dirigidas por especialistas de diversas áreas. Paty Muniveh e Tomás Strasberg vão apresentar técnicas de StandUp Comedy para porta-vozes; José Luis Piñeiro falará sobre estratégias de desenvolvimento organizacional nas relações com as equipes, mudança, cultura e comunicação interna; Jorge Dávila discutirá a criação de conteúdos atrativos para as audiências; e, por fim, Jorge Cervantes apresentará 10 passos básicos para transformar uma agência tradicional em uma digital.

O Congresso Internacional de Relações Públicas PRORP é dirigido principalmente aos altos executivos, diretores e executivos da área de Comunicação e Relações Públicas, a pesquisadores e acadêmicos.

Saiba mais: https://congresoprorp.boletia.com/

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CIBECOM’2017, local de encontro e intercâmbio dos profissionais de comunicação ibero-americanos

25 Maio, 2016 |by Cibecom | Comentários fechados em CIBECOM’2017, local de encontro e intercâmbio dos profissionais de comunicação ibero-americanos | | , , , , , , , , , ,

Nos dias 5, 6 e 7 de abril de 2017 realizar-se-á em Miami a CIBECOM – I Conferência Ibero-americana de Comunicação Estratégica.

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Associação Mexicana de Profissionais de Relações Públicas

22 Abril, 2016 |by Cibecom | Comentários fechados em Associação Mexicana de Profissionais de Relações Públicas | Asociaciones Organizadoras |

A PRORP tem como principais objetivos:

  • Promover o conhecimento e a profissionalização das relações públicas no México.
  • Abrir novos mercados para as relações públicas no país.
  • Facilitar o intercâmbio de experiências profissionais.
  • Garantir a ética profissional dos seus associados.
  • Fomentar a investigação e o desenvolvimento das relações públicas nas instituições de ensino superior.
  • Propiciar que as relações públicas apoiem o desenvolvimento da sociedade mexicana.
  • Defender os interesses das relações públicas mexicanas no seu âmbito de atividade (económico, fiscal, político, académico e social).

Os associados de PRORP comprometem-se a serem regidos por comportamentos profissionais, a manter a confiança pública e a procurar a excelência da comunicação mediante normas eficazes de desempenho, profissionalismo e conduta ética.

Valores

  • Honestidade
  • Integridade
  • Perícia
  • Lealdade

Código de Normas Profissionais:

  • Reconhecer que existe a obrigação de proteger e enriquecer a profissão. Também é imperativo informar e educar os membros sobre as práticas da profissão, garantindo a conduta ética.
  • Promover o desenvolvimento profissional de forma ativa.
  • Definir com precisão quais as atividades de relações públicas que se podem alcançar.
  • Exigir que os membros individuais sigam as recomendações e requisitos de ética e comportamento do Código.
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Olga Oro

21 Abril, 2016 |by Cibecom | Comentários fechados em Olga Oro | Comité Organizador | ,

É licenciada em Comunicação pela Universidade Ibero-Americana. Conta com uma trajetória de mais de 25 anos em Relações Públicas, trabalhando em empresas como a Hewlett Packard. Criou a sua própria agência de relações públicas tendo como clientes a Microsoft e a Intel por mais de 10 anos e depois como líder na prática de tecnologia em H&K. É fundadora da PRORP, Associação Mexicana de Profissionais de Relações Públicas.

Na atualidade

Olga Oro é presidente da PRORP e CEO da Mex PR Digital, onde se dedica às relações públicas digitais, disponibilizando workshops e cursos de formação. É professora do módulo de Relações Públicas Digitais no curso de Comunicação Digital no TEC de Monterrey e conferencista em temas de Relações Públicas Digitais.

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Arranca la organización de Cibecom

11 Março, 2016 |by Cibecom | Comentários fechados em Arranca la organización de Cibecom | | , , , , , , , , ,

Miembros del Comité Organizador de Cibecom, la primera Cumbre Iberoamericana de Comunicación Estratégica que liderará la Asociación de Directivos de Comunicación, Dircom, han mantenido su primera reunión

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