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Gustavo Castagnino, Círculo Dircoms, Argentina: “A geração de alianças pode trazer muitos benefícios…”

2 Fevereiro, 2017 |by Cibecom | Comentários fechados em Gustavo Castagnino, Círculo Dircoms, Argentina: “A geração de alianças pode trazer muitos benefícios…” | La entrevista, Noticias | ,

P: Qual é o benefício mais importante que pode trazer a criação de parcerias entre entidades públicas e privadas na reputação das organizações?

R: A criação de alianças pode trazer muitos benefícios como sejam o trabalho conjunto entre empresas, instituições académicas e organismos oficiais, por exemplo, no domínio da investigação. A associação a que presido, e que agrupa os diretores de comunicação da República Argentina, procura ser um parceiro de referência e influência para todos os assuntos respeitantes às relações institucionais corporativas e da comunicação em geral, e ainda criar sinergias com organismos públicos.

P: Qual é o principal desafio das organizações nas relações institucionais?

R: Temos todos um papel importante a desempenhar no desenvolvimento do país, cada um no seu lugar, contribuindo para tornar o nosso país melhor e podermos iniciar o caminho do desenvolvimento sustentável ao longo do tempo, para melhorar as condições de vida das pessoas e permitir que abandonemos algumas práticas que não são boas para o nosso país.

Estamos a começar um novo ano com muitas mudanças no país, temos um novo governo, um novo clima, e muitos desafios pela frente, onde a comunicação e o diálogo voltarão a ter um papel fundamental no nosso dia-a-dia. Atualmente as nossas tarefas nas organizações são acompanhadas por jornalistas, por políticos, por autoridades oficiais, por representantes de ONG’s e por académicos, com os quais interagimos diariamente para podermos comunicar, para podermos informar, para podermos ser a ligação entre a comunidade e as empresas.

P: Que benefícios tem o desenvolvimento associativo para os profissionais da comunicação?

R: Na DirComs – Associação Civil de Directores de Comunicação da República Argentina , estamos focados no objetivo de trabalhar para alcançar a excelência na comunicação empresarial. A associação numa estrutura profissional reforça o nosso papel na sociedade, incentiva-nos a melhorar e posiciona-nos de melhor forma nas nossas empresas.

P: Considera que o desenvolvimento sustentável de uma organização depende diretamente da sua reputação e transparência?

R: A reputação e a transparência são essenciais para o desenvolvimento sustentável de uma empresa, mas também deve haver uma consciência interna, em todas as áreas da empresa, para a temática do desenvolvimento sustentável, que não é mais uma postura “marketeira” mas sim uma forma de estar nos negócios.

P: Por que considera que uma cimeira como a CIBECOM é importante para o desenvolvimento atual e futuro de uma organização como o Círculo Dircoms (Argentina)?

R: É um encontro fundamental para nós, porque é uma referência para todos os profissionais de comunicação, onde estes se podem encontrar para trocar experiências, conhecer as novas tendências e gerar networking entre todos os profissionais ibero-americanos. Esta cimeira contribui para o fortalecimento da nossa profissão na América Latina e no posicionamento das nossas organizações profissionais perante os media, a comunidade académica e o mundo empresarial.

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José Luis Rodríguez Zapatero, presidente do Governo da Espanha (2004-2011)

2 Fevereiro, 2017 |by Cibecom | Comentários fechados em José Luis Rodríguez Zapatero, presidente do Governo da Espanha (2004-2011) | La entrevista, Noticias | ,

P: Das medidas que foram impulsionadas no seu mandato, quais acredita que influenciaram de forma mais importante a reputação da Espanha?

R: Como se recordará, no começo mesmo da Legislatura de 2004, teve uma notável repercussão a retirada das tropas espanholas do Iraque, que realizamos cumprindo uma promessa eleitoral e de acordo com a vontade muito majoritária da sociedade de meu país. Deste modo, e em circunstâncias certamente extraordinárias, Espanha reafirmava sua condição inequívoca de nação favorável à legalidade internacional e à paz, no marco das Nações Unidas.

Nesse mesmo marco, se inscreve a iniciativa da Aliança de Civilizações, conduzida pela convicção de que o terrorismo fundamentalista religioso deve ser combatido, além dos meios convencionais, mediante medidas que atentem ao respeito e o reconhecimento entre culturas e civilizações distintas, entre os jovens, na educação e na cultura, nas relações internacionais, com a contribuição positiva para a convivência das próprias religiões… Isto é, o conjunto de ações que foi desenvolvido pela Aliança.

Creio, também, que durante nosso mandato contribuímos para a reputação da Espanha com o avanço sem precedentes que se produziu na cooperação espanhola, particularmente, ainda que não exclusivamente, com sua projeção na América Latina. Foi um esforço muito considerável, desenvolvido em âmbitos muito diversos, não só na luta contra a pobreza, mas também em relação á educação, a institucionalidade, a igualdade de gênero, o desenvolvimento sustentável… Um esforço que deixou uma caminho estrutural bem visível em alguns campos, como por exemplo o Fundo da Água, que já mobilizou mais de 1.200 milhões de euros para por em marcha programas e projetos em nada menos que 19 países parceiros da região. Isso é reputação espanhola, reputação no melhor sentido possível.

E permita-me que inclua por último algumas iniciativas internas, que também creio que contribuíram para melhorar nossa imagem no exterior, como as iniciativas adotadas em matéria de direitos (A Lei integral contra a violência de gênero, a de Igualdade efetiva entre mulheres e homens, a que reconhece o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo…), refletindo a imagem de um país avançado, que valoriza a boa convivência fundamentada no respeito à liberdade e à diversidade.

P: Quais são os principais desafios que a Espanha enfrenta hoje, em matéria de reputação?

A Espanha é um país rico e diversificado internamente e também em sua projeção ao exterior, por sua tríplice condição de nação europeia, latino-americana e mediterrânea aberta ao mundo árabe. E porque possui uma cultura e uma língua muito vigorosas. Tudo isso nos permite ser um país ativamente comprometido na nova ordem global, com a paz e a segurança, com o diálogo para prevenir conflitos e com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, e como tal reconhecido e influente na comunidade internacional. Portanto, aí sigo insistindo, em uns ou outros governos, está o presente e o futuro de nossa reputação.

Mais concretamente, isso significa, por exemplo, no nosso papel como membros da União Europeia, trabalhar sempre ao lado dos que querem se aprofundar nela e contribuir para que ela possa enfrentar seus maiores desafios como o de abordar os problemas migratórios. Em nossa vocação latino-americana, acompanhar respeitosamente os processos de integração regional e atender ao chamado para apoiar os processo de paz, como na Colômbia, ou de diálogo, como na Venezuela. Em nossa dimensão mediterrânea e em nossa relação com o mundo árabe, defender a convivência entre culturas e relegiões e pleitear, sem descanso, pela solução pacífica de conflitos.

E, de novo, nossa reputação vai depender também de que façamos bem os deveres de casa, de que saibamos abordar o desafio de reforçar a coesão social, democrática e territorial em nosso país nesse período complexo, de incertezas que estamos vivendo e compartindo com nossos sócios europeus.

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Cerimónia de Vencedores do Grande Prémio APCE 2016

12 Janeiro, 2017 |by Cibecom | Comentários fechados em Cerimónia de Vencedores do Grande Prémio APCE 2016 | , Noticias |

A Associação Portuguesa de Comunicação de Empresa – APCE – deu a conhecer os vencedores da 21ª edição do Grande Prémio APCE. A Cerimónia de Vencedores decorreu na noite do dia 29 de novembro, no Casino do Estoril, tendo sido premiadas 14 organizações portuguesas.

O Grande Prémio APCE tem por missão distinguir a excelência na Comunicação Organizacional, estimulando, reconhecendo e divulgando as iniciativas dos profissionais desta área.

Durante o discurso inaugural do evento, Eduardo Guedes de Oliveira, presidente da APCE e patrono da Fundacom, afirmou que esta entidades sem fins lucrativos, “impulsionará a comunicação estratégica, criando e fortalecendo os laços entre os profissionais e as empresas dos países de língua espanhola e portuguesa”.

Destacou, igualmente, a importância da Fundacom e da dinamização que as 12 associações ibero-americanas lhe estão a conferir, nomeadamente: Aberje e Conferp (Brasil), APCE (Portugal), Asodircom (República Dominicana), AURP (Uruguai), CICOM e PRORP (México), CECORP (Colômbia), o CPRP e o Círculo Dircoms (Argentina), FOCCO (Chile) e Dircom (Espanha).

Dentro do modelo de cocriação e colaboração da Fundacom, Eduardo Guedes de Oliveira comentou: “à nossa associação foi atribuída a organização do Prémio Fundacom, à semelhança do que existe em Portugal e na APCE, e que irá premiar os melhores projetos de comunicação realizados no mundo que fala espanhol e português”. Mencionou também que estes Prémios irão ser entregues durante a CIBECOM’2017 – a Cimeira Ibero-Americana de Comunicação Estratégica, cuja primeira edição terá lugar entre 5 e 7 de abril de 2017, em Miami.

Ainda durante a Cerimónia de Vencedores do Grande Prémio APCE, foi entregue a Montserrat Tarrés, Presidente da Fundacom e da Dircom, o Prémio Internacional APCE pelo seu excecional contributo para a Comunicação Estratégica no espaço da Ibero-América. Igualmente, Francisco de Lacerda, Presidente e CEO dos CTT – Correios de Portugal foi distinguido com o Prémio “CEO do Ano”; Miguel Salema Garção recebeu o Prémio “Comunicador do Ano”; e Mário Pinho Branco foi reconhecido com o “Prémio Carreira”.

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Alejandra Brandolini, Presidente da AB Comunicaciones

12 Janeiro, 2017 |by Cibecom | Comentários fechados em Alejandra Brandolini, Presidente da AB Comunicaciones | La entrevista, Noticias | ,

P: Qual a importância da comunicação interna para a construção de reputação nas organizações?

R: Uma das mais famosas máximas de comunicação proclama que “tudo comunica”. Na área de comunicação interna, esse “tudo” é representado pelas conversas que vinculam os colaboradores com a organização. Na interação de ambos vai-se construindo e reconstruindo a cultura organizacional. Assim, em organizações com culturas inteligentes e de alto desempenho, a comunicação interna ajuda a gerar orgulho de pertença, a uma maior coesão entre a equipa, e à apropriação dos objetivos organizacionais. Quando os nossos colaboradores se sentem parte ativa e valiosa da organização, estabelecem laços emocionais que contribuem para a criação de uma excelente reputação interna, que é a principal diretriz para desenvolver uma boa reputação externa. A melhor estratégia de reputação organizacional começa sempre de dentro para fora.

P: Como garantir que os trabalhadores e/ou colaboradores se identifiquem com a empresa ou organização onde trabalham?

R: Nada gera maior identificação que uma missão, visão e valores partilhados. E isso é algo que não pode ser negociado: ou se partilha ou não. Em segundo lugar está a coerência entre dizer e fazer. As organizações com maior compromisso são coerentes entre o que manifestam através de palavras e as ações que executam. Na sociedade atual, as pessoas estão cada vez mais conscientes da importância da coerência organizacional. O terceiro aspeto a ter em conta é a escuta ativa dos colaboradores. Escutar é sinónimo de respeito pelo outro pelos seus contributos. A escuta ativa pode inovar, transformar, antecipar possíveis desvios, valorizar as virtudes da empresa e os próprios colaboradores. Ao escutar realmente, as pessoas sentem-se valorizadas, e isto aplica-se a qualquer colaborador, e não apenas para aqueles que ocupam posições de liderança. Em suma, um propósito comum, coerência e escuta ativa são as principais orientações para que os colaboradores se sintam identificados com a organização. Nestes casos, a comunicação interna funciona como um veículo de facilitação e viralização de comportamentos e condutas esperados.

P: Quais foram as mudanças mais significativas em termos de comunicação interna nos últimos anos?

R: As mudanças mais significativas na comunicação interna estão a ocorrer, simultaneamente, em três planos. Por um lado, temos a passagem da gestão de canais para uma gestão da cultura organizacional. Hoje ninguém argumenta sobre a importância da comunicação interna como produtora, reprodutora e transformadora das matrizes culturais da vida organizacional. Sob este critério passámos de uma visão totalmente instrumental da comunicação interna, a uma visão holística e cultural. Hoje falamos sobre conversas, em vez de comunicação ascendente e descendente, porque é no diálogo que aparece a cocriação e que se enriquecem as práticas organizacionais.

Num outro plano, está a mudança nos discursos e conteúdos da comunicação feita para os colaboradores. A hipermediatização, o transmedia, os padrões atuais de consumo simbólico fazem com que os antigos modelos pré-fabricados de comunicação institucional não resistam. Hoje a comunicação interna compete seriamente pela escassa atenção dos colaboradores, face aos milhares de estímulos externos de grande impacto e aos cenários de trabalho cada vez mais complexos e desafiantes. Nas redes sociais fala-se do reinado do conteúdo e, em comunicação interna sucede o mesmo. Estamos a assistir a uma era em que passamos da informação à motivação, persuasão e emotividade das mensagens.

Finalmente, o terceiro nível de transformação é determinado pela tecnologia. Nunca, na história, estivemos tão perto de todos os nossos colaboradores. Com as redes sociais internas (ESN), as intranets colaborativas, aplicações móveis, e milhares de sistemas que operam no mercado, a comunicação interna deu uma volta de 180 graus. Estamos a deixar a execução linear para entrar num modelo 360, com o potencial de colocar on-line qualquer colaborador, onde quer que esteja e qualquer que seja a sua posição na organização. Por outras palavras, temos pela frente uma oportunidade única para gerar conversas transversais que até há poucos anos atrás eram impensáveis

Claro, em muitos países, ainda falta muito vigor e vigência a estas tendências… mas o caminho já está marcado.

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APCE distingue Montserrat Tarrés com Prémio Internacional

12 Janeiro, 2017 |by Cibecom | Comentários fechados em APCE distingue Montserrat Tarrés com Prémio Internacional | , Noticias | , ,

A APCE – Associação Portuguesa de Comunicação de Empresa, distinguiu Montserrat Tarrés, Presidente da Fundacom e da Dircom, com o Prémio Internacional APCE “pelo seu excecional contributo para a comunicação estratégica no âmbito da ibero-américa”.

O prémio foi recebido por Álvaro Rodríguez, Diretor de Internacionalização e RSC da Dircom e Diretor da CIBECOM’2017.

Este reconhecimento, entregue a 29 de novembro durante a Cerimónia de Vencedores do Grande Prémio APCE, em Lisboa, tem por base o forte impulso que durante a presidência de Tarrés se gerou com a internacionalização da Dircom e com a constituição da Fundacom, juntamente com as 11 principais associações de comunicação da América latina e Portugal.

Em paralelo com a Cerimónia de Vencedores do Grande Prémio APCE, decorreu a cerimónia do FEIEA Grand Prix onde são reconhecidas as melhores práticas em Comunicação Interna promovidas por esta Federação Europeia de Associações de Comunicação Interna (FEIEA).

Reconhecendo a sua vasta experiência na organização de prémios no campo da comunicação corporativa, a Fundacom assinou, recentemente com a APCE, um acordo de colaboração em que esta assume a gestão dos Prémios Fundacom, que distinguem a excelência e os melhores projetos de comunicação produzidos e divulgados em Espanhol e Português no mundo.

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Olga Oro, Presidente da PRORP, México: “A reputação de uma organização é o seu principal valor”

2 Janeiro, 2017 |by Cibecom | Comentários fechados em Olga Oro, Presidente da PRORP, México: “A reputação de uma organização é o seu principal valor” | La entrevista, Noticias | ,

P: Qual é o principal desafio que os profissionais de relações públicas enfrentam na América Latina?

R: O desafio mais importante é demonstrar o valor da nossa profissão, a real importância na gestão de reputação de uma empresa.

Para isso, identifico quatro pontos muito importantes que devemos trabalhar para fortalecer o nosso trabalho:

a) Medição em Relações Públicas, convencer os nossos clientes que há algo mais do que a perspetiva quantitativa de valor publicitário equivalente, e agregar indicadores qualitativos que estejam alinhados com os objetivos estratégicos planejados.

b) Estratégia de Comunicação com influenciadores, todos os dias esta gestão está a gerar mais impacto e repercussões nas marcas dos nossos clientes, pelo que devemos focar-nos em trabalhar na criação de uma relação autêntica entre esses influenciadores e as nossas marcas.

c) Comunicar visualmente, a cada dia é mais importante que os profissionais tirem partido das técnicas de imagem e utilizem vídeos na estratégia de comunicação dos seus clientes ou marcas, aproveitando sempre as plataformas de redes sociais.

d) Criatividade na entrega das mensagens, devemos considerar que a maneira como contamos as histórias é fundamental assim como a escolha dos meios. Temos de continuar a inovar e a explorar diferentes plataformas para cada vez obter mais sucesso junto das audiências escolhidas.

P: Qual é a relação entre as relações públicas e a reputação de uma organização?

R: Um dos aspetos fundamentais das relações públicas é criar, manter e cuidar da imagem corporativa das organizações. Uma boa imagem corporativa leva a que a empresa obtenha uma perceção positiva e uma boa reputação.

A reputação de uma organização é o seu principal valor. É o ativo mais importante já que cria e sustenta o valor da marca, o preço da ação, a confiança dos clientes e provedores, a credibilidade com as autoridades e a retenção dos melhores colaboradores… mas é também o ativo mais vulnerável.

P: Quais são os três primeiros passos em relações públicas, que devem ser seguidos por uma empresa, quando confrontada com uma crise?

R: As crises surgem quando um evento importante ameaça prejudicar a imagem da marca ou empresa, e o trabalho da agência de Relações Públicas ou do responsável de Relações Públicas de cada empresa deve passar pela monitorização e identificação da crise, seguindo estes passos:

Passo 1. Identificar e Monitorizar
Identificar que tipo de evento gerou a crise e monitorizar e adaptar a comunicação aos canais de difusão e viralização.

Passo 2. Formar um Comité de Crise e recorrer (se existir) ao Manual de Crise da empresa.
O Comité de Crise deve ser formado com pessoas que disponham da informação e que sejam especialistas no tema do problema. A administração da empresa deve ser envolvida na tomada de decisões imediatas e nunca devemos negligenciar a comunicação interna. É vital que os colaboradores tenham a informação em primeira mão.

Passo 3. Reagir em tempo útil e com absoluta transparência
Há que reagir rapidamente e admitir o que aconteceu, evitando cair em provocações. Seja proativo… assuma o controlo da situação antes que outros a assumam por si.

Responda honestamente, mesmo que não tenha todos os dados no momento. E continue a comunicar os fatos ou a agir com base nos elementos que vai tendo.

P: Qual é o maior erro que as organizações cometem na hora de implementar uma estratégia de comunicação digital?

R: O principal erro é participar sem uma estratégia adequada aos objetivos de negócio e aos valores fundamentais da empresa.

Muitas vezes, uma organização decide que não vai participar nas redes sociais, porque não sabe como fazê-lo e porque tem medo de “abrir uma porta” de onde pode receber comentários que não quer ouvir… A essas organizações o que digo sempre é que, mesmo que não participam, a sua imagem corporativa e as suas marcas estão presentes nos comentários dos seus públicos e se surgir algo negativo, a sua reputação vai ser afetada sem que a empresa dê conta.

Atualmente, as organizações devem ter uma estratégia de comunicação digital como parte integrante do seu programa de comunicação. Ninguém se pode dar ao luxo de não o fazer sem correr um sério risco de ver a sua reputação ser afetada pelo seu silêncio ou por uma má gestão da sua estratégia.

P: Por que considera que uma cimeira como a CIBECOM’2017 é importante para o desenvolvimento presente e futuro de uma organização como a PRORP (México)?

R: As relações públicas, assim como o marketing, a publicidade e a comunicação organizacional vão-se transformando dia-a-dia, adaptando-se às novas tendências e ao ambiente digital. Uma cimeira como a CIBECOM’2017 permite-nos contactar com profissionais de comunicação que implementaram ações inovadoras e bem-sucedidas, nos seus respetivos países ou regiões, dando-nos novas ideias e aprendizagens aplicáveis aos nossos ambientes.

Para além disso, a CIBECOM’2017 também nos dá, pela primeira vez, a oportunidade de reconhecer campanhas de sucesso de cada país da Ibero-América, através dos Prémios Fundacom, e também ainda de conhecer melhor as práticas de comunicação nestes mercados através do LCM (Latin America Communication Monitor.

Tudo isto fortalece a PRORP e os seus associados, mantendo-nos atualizados com o que vai acontecendo à sua volta e a um nível regional.

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Apresentada Fundacom, a fundação para o fortalecimento da comunicação em espanhol e português no mundo

29 Novembro, 2016 |by Cibecom | Comentários fechados em Apresentada Fundacom, a fundação para o fortalecimento da comunicação em espanhol e português no mundo | , Noticias |

Doze associações de comunicação que têm o espanhol ou o português como língua de trabalho formaram a Fundacom, uma fundação para impulsionar e valorizar a função da comunicação estratégica em espanhol e português no mundo.

Durante a apresentação, que aconteceu na Casa de América, em Madri (Espanha), no último 15 de novembro, destacou-se a importância do desenvolvimento de plataformas de intercâmbio e se apresentaram as linhas de trabalho da Fundacom. Participaram do evento alguns dos representantes mais relevantes da comunidade ibero-americana e da comunicação corporativa.

Paulo Speller, secretário geral da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI); Juan Andrés García, representando os Encontros Ibero-americanos da Sociedade Civil; Narciso Casado, secretário permanente do Conselho de Empresários Ibero-americanos (CEIB); e Miguel Marañon, chefe do departamento de comunicação digital do Instituto Cervantes, com a moderação de Miguel López-Quesada, patrono de Fundacom e secretário geral do Dircom Espanha, trataram conjuntamente da importância da existência de plataformas profissionais no âmbito ibero-americano como elementos chave para o desenvolvimento econômico e social.

Logo depois, Constanza Téllez, Paulo Nassar y Eduardo Guedes, patronos da Fundacom, y Sebastián Cebrián, diretor da entidade, apresentaram uma das linhas de trabalho da fundação: a Cimeira Ibero-americana de Comunicação Estratégica, Cibecom. A primeira edição acontecerá em Miami, em abril de 2017, nos dias 5, 6 e 7, e terá a participação de conferencistas como os ex-presidentes Luis Alberto Lacalle, do Uruguai, e do espanhol José Luis Rodriguez Zapatero, que, com a moderação de Rebeca Grynspan, secretária geral da SEGIB, falarão sobre a reputação dos países e sua relação com o desenvolvimento econômico e social. Para Paulo Nassar, presidente da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE), temas como a sustentabilidade, um dos pilares da Cibecom, junto com reputação e transparência “nos dá licença para operar, e a chave é saber comunicar”.

Fundacom organizará também os Prêmios Fundacom, que tem como objetivo reconhecer os melhores projetos e as melhores práticas de comunicação no mundo que fala espanhol ou português. Nas palavras de Antônio Rapoula, coordenador dos Prêmios Fundacom: “não é só um prêmio internacional, também se premiará o melhor em termos nacionais. Demonstraremos a qualidade e as boas práticas em todo entorno de fala castelhana e portuguesa”. Os prêmios, que também se apresentaram no evento, serão lançados no próximo 1º de dezembro, com âmbito mundial.

Um dos principais eixos desta fundação é a pesquisa, dentro da qual se destaca o Latin American Communication Monitor. Ángeles Moreno, diretora do estudo, ressalta aspectos muito relevantes como “um dos aspectos mais destacáveis do primeiro LCM é a formação dos profissionais da comunicação que se equipara à formação na Europa”. “Graças ao estudo, sabemos que a transferência de conhecimento e o associacionismo é o que ajuda ao profissional a progredir”. Os resultados do estudo mostrarão, em 2017, a situação das relações públicas e a gestão da comunicação na América Latina, oferecendo a radiografia de um setor econômico cada vez mais pujante e dinâmico.

Como representante do Conselho de empresas que apoiam a fundação, esteve presente Ignacio Jiménez Soler, diretor de Comunicação Corporativa do BBVA. Além do banco, Ibéria e Telefônica também se uniram à iniciativa.

Ao final do ato, subiram ao palco os patronos de Fundacom, que no dia 14 de novembro se reuniram pela primeira vez. Durante a reunião, se incorporaram ao patronato seis patronos que completaram o órgão que, na mesma oportunidade, nomearam a Sebastián Cebrián como diretor da entidade.

Atualmente, formam o patronato representantes de seis países da América Latina: Argentina, Brasil, Chile, México, Portugal e Espanha, sendo eles Montserrat Tarrés como presidente dessa fundação, por Teresa Mañueco, Eduardo Guedes de Oliveira, Olga Oro, Paulo Nassar, Ignacio Viale, Constanza Téllez, Miguel López-Quesada, Juan Cierco, Jaume Giró e Francisco Hortigüela como patronos.

Por meio das associações que integram a Fundacom, estão representados mais de 8 mil diretores e profissionais de comunicação. As redes de essas entidades fazem com que suas iniciativas e comunicações cheguem para mais de 33 mil profissionais da Ibero-América. As associações que impulsionam esta plataforma são: Aberje e Conferp (Brasil), APCE (Portugal), Asodircom (República Dominicana), AURP (Uruguai), CICOM y PRORP (México), CECORP (Colômbia), o CPRP y o Círculo Dircoms (Argentina), FOCCO (Chile) e Dircom (Espanha).

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Conheça e participe nos Prémios Fundacom!

29 Novembro, 2016 |by Cibecom | Comentários fechados em Conheça e participe nos Prémios Fundacom! | , Noticias |

Desde o início de dezembro 2016 está aberto o período de inscrição e apresentação de candidaturas aos Prémios Fundacom.

Os Prêmios Fundacom distinguem a excelência e as boas práticas de Relações Públicas e Comunicação Organizacional em todas as suas vertentes – externa, interna e integrada – premiando os melhores projetos de comunicação produzidos e difundidos em espanhol e/ou português.

As 25 categorias dos Prémios Fundacom estão agrupadas da seguinte forma:

  • Campanhas Externas, Internas ou Integradas (Cat. 1 a 8)
  • Eventos Interno ou Externo (Cat. 9 a 12)
  • Publicações (Cat. 13 a 16)
  • Multimedia e Digital (Cat. 17 a 21)
  • Imagem e Design (Cat. 22 a 24)
  • Estratégia Global de Comunicação Corporativa (Cat. 25)

Cronograma:

  • 1 de dezembro a 31 de janeiro: período de inscrições;
  • 5 de março de 2017: divulgação dos finalistas;
  • 5 de abril de 2017: Cerimónia de entrega dos prémios na CIBECOM’2017 (Miami).

Para mais informações: www.fundacom.lat (premios@fundacom.lat)

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Paulo Henrique Soares, diretor de comunicação do IBRAM, Brasil: “…não existe um stakeholder mais importante que outro: é justamente o bom relacionamento com o conjunto desse público que contribui para a construção de nossa reputação”

29 Novembro, 2016 |by Cibecom | Comentários fechados em Paulo Henrique Soares, diretor de comunicação do IBRAM, Brasil: “…não existe um stakeholder mais importante que outro: é justamente o bom relacionamento com o conjunto desse público que contribui para a construção de nossa reputação” | La entrevista, Noticias | ,

P: Quais são os principais desafíos que enfrentam as mineradoras na gestão de seus grupos de interesse?

R: Os principais desafios com que lidamos são a manutenção do diálogo constante e a busca pela agilidade em transmitir informações a todos nossos públicos de interesse. Em situações críticas e de crise, é preciso lidar com a verdade, transparência e agilidade. Não tem outra forma.

P: Por que é importante manter uma boa relação com os grupos de interesse?

R: Para preservar e influenciar positivamente a reputação da empresa. Em um caso de crise, por exemplo, a opinião pública e dos stakeholders podem afetar ativamente o rumo da situação, ajudando a empresa a medir riscos reputacionais e a reagir a eles.

Sabemos que uma das principais fontes de informação externa sobre a empresa são os próprios empregados. Ou seja: a reputação interna tem total influência na reputação externa, por isso, procuramos informar os funcionários sempre em primeira mão e com transparência. E essa é uma premissa que vale para o relacionamento com todos os nossos públicos de interesse. É importante destacar que não existe um stakeholder mais importante que outro: é justamente o bom relacionamento com o conjunto desse público que contribui para a construção de nossa reputação.

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Possível regulação sobre a Gestão de Interesses, Argentina

29 Novembro, 2016 |by Cibecom | Comentários fechados em Possível regulação sobre a Gestão de Interesses, Argentina | , Asociaciones Iberoamericanas de Comunicación, Noticias | ,

Foi incentivada pela Secretaria de Assuntos Políticos e Institucionais da Argentina, liderada por Adrián Pérez, para estabelecer os primeiros passos rumo a uma regulamentação da atividade de gestão de interesses. O Conselho Profissional de Relações Públicas (CPRP) esteve presente como órgão que representa os profissionais da atividade.

No Salão Federal do CCK, na Argentina, no passado mês de agosto, se realizou o primeiro encontro para começar a reunir argumentos para um anteprojeto de lei para regulamentar a gestão de interesses (lobby). Para a mesma, foram convocados representantes do Governo, do setor privado e de ONGs, dentre as quais participou o Conselho Profissional de Relações Públicas da República Argentina (CPRP). “Ficamos muito satisfeito que o governo busque a transparência”, disse Ignacio E. Viale, presidente da entidade.

O Conselho de Relações Públicas (CPRP) foi convidado a participar como representante dos profissionais tanto de relações públicas como de outras áreas, que poderiam ser afetados por uma possível regulamentação da atividade de lobbying ou gestão de interesses.

“Apoiamos a iniciativa e somos a favor de uma regulação que não seja restritiva para a atividade, mas que gere transparência na gestão de interesses”, disse Ignacio Viale, que acrescentou: “buscamos desmistificar a ideia de que o lobby é uma atividade obscura”.

A “Mesa Redonda” foi organizada por Adrián Pérez, Secretário de Assuntos Políticos e Institucionais do Ministério do Interior, Obras Públicas e Habitação da Nação Argentina. Além do mencionado encontro, o Secretário prometeu uma série de reuniões posteriores que ajudarão a constituir uma Lei Nacional que regule a atividade e consiga uma maior transparência na relação entre o setor público e o provado.

Além de ter sido convocado como orador o Presidente do Conselho Dr. Ignácio Viale, foram convidados e participaram da reunião seu vice-presidente Juan Pablo Maglier e o Secretário Don Miguel Gimenez Zapiola.

“Estamos muito satisfeitos que o Conselho tenha sido convocado como órgão representativo da profissão nos debates anteriores à conclusão da Lei. Isso nos dá a ideia de que estamos caminhando no caminho correto para fortalecer e expandir as diversas disciplinas das Relações Públicas e da Comunicação Institucional”, concluiu Ignacio E. Viale.

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