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Thinking Heads é Patrocinador Principal de CIBECOM’2017

24 Fevereiro, 2017 |by Cibecom | Comentários fechados em Thinking Heads é Patrocinador Principal de CIBECOM’2017 | , Noticias | ,

Thinking Heads, a primeira consultoria estratégica especializada no posicionamento de líderes e em programação de conteúdos, é Patrocinador Principal de CIBECOM’2017.

Essa organização coloca à disposição de seus clientes um amplo leque de ferramentas, desde a programação de conteúdos para eventos até o fornecimento de programas de treinamento, passando pelo posicionamento de líderes, o desenvolvimento de produtos inovadores em matéria de inteligência competitiva e contextual, ou a produção de microconferências e outros conteúdos digitais. Instituições – geradores e consumidores de conhecimento – recorrem à Thinking Heads para buscar informação que as permita entender a complexidade da realidade na que operam ou para descobrir soluções para problemas concretos.

Além disso, esta consultoria desenvolve e estrutura ideias, valores, projetos e conteúdos de seus clientes, aumentando seu alcance e impacto e gerando transformações em audiências estratégicas e no conjunto da sociedade.

Com esta aliança, Cibecom quer destacar a importância que tem o fato de que as empresas sejam capazes de se adaptar às transformações sociais de hoje em dia.

A I Cimeira Ibero-Americana de Comunicação Estratégica acontecerá em Miami, nos dias 5, 6 e 7 de abril de 2017. Seu lema é “Reputação, Sustentabilidade e Transparências: pilares do século XXI”. Cibecom é um foro de referência na área de comunicação. Um compromisso imprescindível e um lugar de encontro, que terá speakers de alto nível, que abordarão temas indispensáveis para as organizações e os países hoje em dia.

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América Economia, EFE e PR Notícias se somam como meios oficiais de CIBECOM’2017

24 Fevereiro, 2017 |by Cibecom | Comentários fechados em América Economia, EFE e PR Notícias se somam como meios oficiais de CIBECOM’2017 | , Noticias | , ,

América Economia, EFE e PR Notícias se somam a Corresponsables como Meios Oficiais de CIBECOM’2017, um evento que contará com conferencistas de alto nível e que abordará temas indispensáveis para as organizações e os países hoje em dia.

América Economía nasceu há mais de 30 anos com sua Revista AméricaEconomía, que se converteu na revista de negócios e economia líder na região, lida pelos mais importantes tomadores de decisão na América Latina. No ano de 1998, lançou sua plataforma www.americaeconomia.com e, em 2015, AméricaEconomía TV fez sua estreia em transmissões televisivas com uma nova produção de conteúdo audiovisual.

EFE é a primeira agência de notícias em espanhol e a quarta do mundo, com mais de setenta anos de trajetória. Tem uma rede mundial de jornalistas, com mais de três mil profissionais de 60 nacionalidades que trabalham de mais de 180 cidades em 120 países. EFE distribui quase 3 milhões de notícias por ano nos diferentes suportes informativos: texto, fotografia, áudio, vídeo e multimídia, que chegam diariamente a mais de dois milhões de meios de comunicação no mundo.

PR Noticias é a PME editorial especializada no setor de Comunicação e Marketing que agrupa toda a informação relativa aos meios e às empresas de Comunicação. Dirigido principalmente aos profissionais da Comunicação, Marketing, Jornalismo e ao quadro diretivo das organizações, foi fundada em 1999, com presença na internet.

Por meio dessas parcerias, CIBECOM’2017 quer reiterar a importância que tem a comunicação na construção da reputação das organizações. O tema da I Cimeira Ibero-Americana de Comunicação Estratégica é: “Reputação, Sustentabilidade e Transparência: pilares do século XXI” e terá lugar em Miami, nos dias 5, 6 e 7 de Abril de 2017.

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Mais de 100 projetos competem para ser reconhecidos como as melhores práticas em comunicação em espanhol ou português no mundo!

24 Fevereiro, 2017 |by Cibecom | Comentários fechados em Mais de 100 projetos competem para ser reconhecidos como as melhores práticas em comunicação em espanhol ou português no mundo! | , Noticias |

Premios Fundacom

Diversas organizações de 9 países iberoamericanos participaram na primeira edição dos Prémios Fundacom, que distinguem a excelência e as boas práticas das relações públicas e da comunicação organizacional, reconhecendo, assim, os melhores projectos produzidos e divulgados em espanhol e/ou Português. No total, foram apresentados 114 projetos.

Estes prémios são compostos por duas fases, uma nacional e uma internacional. No dia 5 de março serão anunciadas as candidaturas nomeadas para a fase final.

 

Cerimónia de entrega dos Prémios Fundacom

No dia 5 de abril, em Miami, coincidindo com o início daquela que será a 1ª Cimeira Iberoamericana de Comunicação Estratégica, CIBECOM’2017, terá lugar a cerimónia de entrega dos Prémios Fundacom, um evento caracterizado pelo prestígio e pela excelência.

Este evento terá lugar no Hilton Miami Downtown Hotel, às 19h00.

Tanto os Prémios Fundacom como a Cibecom permitem aos seus assistentes partilhar experiências e conhecimentos com os melhores nas áreas de comunicação, relações públicas e reputação.

 

Cibecom

A 1ª Cimeira Iberoamericana de Comunicação Estratégica é um evento único que permite ter, em primeira mão, a experiência de mais de 30 intervenientes: ex-presidentes de países, executivos-chefes e diretores de comunicação de empresas, sobre questões relacionadas com a reputação, a sustentabilidade e a transparência.

O seu lema é “Reputação, Sustentabilidade e Transparência: pilares do século XXI“.

 

Sobre a Fundacom

A Fundacom é uma organização sem fins lucrativos que tem o apoio das principais associações decomunicadores da Iberoamérica, e simboliza a união pelo desenvolvimento dos profissionais e directores de comunicação nos países de língua espanhola e portuguesa. As Associações fundadoras da Fundacom são: Aberje e Conferp (Brasil), APCE (Portugal), Asodircom (República Dominicana), AURP (Uruguai), CICOM e PRORP (México), CECORP (Colômbia), o CPRP e o Círculo Dircoms ( Argentina), FOCCO (Chile) e Dircom (Espanha).

Mais informação:

www.fundacom.lat

info@fundacom.lat

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Fernando Prado, Managing Partner do Reputation Institute e conferencista de CIBECOM’2017

24 Fevereiro, 2017 |by Cibecom | Comentários fechados em Fernando Prado, Managing Partner do Reputation Institute e conferencista de CIBECOM’2017 | La entrevista, Noticias | ,

“A reputação da organização tem um impacto direto nos resultados do negócio das empresas”

Fernando Prado, Managing Partner do Reputation Institute, organização de referência em reputação e em cuidar do capital intangível das empresas e instituições, fala na seguinte entrevista sobra a importância da reputação. Ele também comenta como os sentimentos sobre as empresas e as organizações condicionam como os distintos grupos de interesse se comportam com a organização.

Além disso, destaca os fatores que influenciam na construção da reputação das empresas: a experiência direta dos stakeholders, o que a empresa faz e diz (sua comunicação controlada) e, por último, o que os outros dizem da companhia.

Não perca esta entrevista!

 

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Paola López Rueda, empresária, jornalista, conferencista e apresentadora da CIBECOM’2017 fala-nos sobre Reputação, Sustentabilidade e Transparência

24 Fevereiro, 2017 |by Cibecom | Comentários fechados em Paola López Rueda, empresária, jornalista, conferencista e apresentadora da CIBECOM’2017 fala-nos sobre Reputação, Sustentabilidade e Transparência | La entrevista, Noticias | ,

Paola Rueda López (Colômbia), empresária, jornalista e conferencista, além de sócia-gerente da empresa SCITECH, vai ser a apresentadora da CIBECOM’2017, um fórum pioneiro pelos seus objectivos, conteúdos e âmbito geográfico, em que serão identificadas as principais tendências da comunicação corporativa na América Latina.

P: Qual é a importância da reputação, da sustentabilidade e da transparência para as organizações de hoje?

R: A transparência, a reputação e a sustentabilidade são chaves e pré-requisitos entre si.

Transparência quando se fala de um mundo 360o em que as redes sociais têm dado o poder a todos os stakeholders para comunicarem o que sentem na sua relação com a organização, torna-se um primeiro factor crítico que dá, ou pode afectar a reputação. É gerador de confiança.

A reputação é a percepção global. É a imagem colectiva do valor gerado por uma empresa ao longo da trajectória de cada um dos membros da sua cadeia de valor, interno e externo. É essa marca indelével, que não transparente, mas branca como o resultado da soma das cores e nuances de comportamento da organização, postas sobre a roda da comunicação que antes girava utilizando um pedal manual, e agora o faz apenas com um click. Nem sequer falamos da maior velocidade da comunicação, mas do tempo real.

A reputação, por sua vez, é responsável pela credibilidade – para as empresas cotadas na bolsa de valores –  que serve mesmo de termómetro de acordo com a percepção do mercado, em que uma empresa pode ter temperatura alta ou tão baixa que se presuma que o seu coração já não bate. Nas duas situações o valor da acção é a consequência.

E é precisamente este conceito de relacionamento duradouro e estável com o ambiente económico, social e ambiental que faz com que se consolide um modelo de negócio em que a tomada de decisão é baseada em valores compartilhados. E aí chega a sustentabilidade.

Exige pensar, dizer e fazer coerentemente, sentindo-se parte de um ecossistema. ECO porque deve ser winwin, e SISTEMA porque um dos elos da cadeia pode afectar até mesmo o risco mais fraco ou “insignificante”.

Não basta então apenas monitorá-los e mitigá-los, é preciso ter habilidade para observar todas as dimensões e potenciar as oportunidades que gerem o factor que faz a diferença, que contribui para a competitividade, para o crescimento e continuidade da organização.

P: Que influência tem a reputação e a transparência de uma organização nos seus processos de mudança?

R: A mudança é um factor constante, e para podermos falar de sustentabilidade a organização terá que abordar vários cenários para se adaptar às novas realidades, ou até mesmo criá-las.

Neste cenário, torna-se essencial que a organização identifique os travões e motores, o que significa que a reputação e a transparência são definitivos para a transformação. Para que os seres humanos envolvidos confiem. Para que a empresa acredite. Acreditar para criar.

P: Por que acha que uma cimeira como a Cibecom é importante para o desenvolvimento da profissão de comunicador na América Latina?

Pelos conteúdos: É ter num só lugar as boas práticas da nossa profissão na América Latina. Trata-se de uma imersão a que acedem as pessoas que assumem a função de Directores de Comunicação, CEO’s e dirigentes políticos, partilhando as suas visões e experiências sobre a comunicação estratégica.

Pelo Networking: É o palco para partilhar com os colegas, discutir êxitos e fracassos e trocar experiências. Torna-se um oceano de benchmarking.

Pela Organização: É a primeira vez que vejo um evento convocado por tantas e tão prestigiadas instituições e associações de comunicação e de relações públicas de diferentes países da América Latina. É ter um evento pensado e organizado pela Confederação da Indústria de Comunicação Mercadotécnica (CICOM), a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE), a Associação Portuguesa de Comunicação de Empresa (APCE), a Associação Profissional de Directores de Comunicação (AsoDircom), a Associação Uruguaia de Relações Públicas (AURP), o Centro Colombiano de Relações Públicas e Comunicação Organizacional (CECORP), o Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas (CONFERI), o Conselho Profissional de Relações Públicas da República Argentina (CPRP), a Associação de Directivos de Comunicação (Dircom), o Círculo DirComs (DIREMOS), o Fórum de Comunicação Corporativa (FOCCO) e a Associação Mexicana de Profissionais de Relações Públicas (PRORP).

Eu quero saber as várias propostas conceptuais e metodológicas, trocar ideias, e viver esta experiência multicultural para trazer o que considerar que contribui e acrescenta ao meu exercício de profissional de comunicação.

Eu vou lá estar, e você?

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Constanza Téllez, presidente da Focco, Chile: “A falta de transparência é uma peça-chave no quebra-cabeça da reputação…”

24 Fevereiro, 2017 |by Cibecom | Comentários fechados em Constanza Téllez, presidente da Focco, Chile: “A falta de transparência é uma peça-chave no quebra-cabeça da reputação…” | La entrevista, Noticias | ,

P: Qual é o principal desafio que as organizações enfrentam na comunicação, quando se confrontam com uma crise?

R: Existem vários desafios que as organizações enfrentam, no entanto desejo enfatizar pelo menos três. O primeiro é o nível de credibilidade e reputação que a empresa tem, ou não tem, construído ao longo de seu desenvolvimento. Se a sua reputação actual é positiva, as implicações da crise podem ser menores. No entanto, se a empresa não construiu a sua reputação baseada na transparência, na confiança, vai ser muito difícil “saír” da crise.

Outro elemento importante é a comunicação interna, como podemos envolver as áreas envolvidas no que está acontecendo, e como essas áreas contribuem para o fluxo de informação e participam no desenvolvimento de soluções rápidas e eficazes.

Além disso, o desenvolvimento de bons porta-vozes e uma relação positiva com os meios de comunicação, comunidades e outros stakeholders, também são elementos fundamentais neste processo.

P: Considera que a transparência da organização é essencial quando se enfrenta uma crise? Por quê?

R: Na verdade, a transparência é fundamental quando se enfrenta uma crise, porque é a única maneira de assumir e corrigir os erros face aos stakeholders das empresas. Além disso, é através da transparência que uma empresa pode reconstruir a confiança e reputação que possam ter sido enfraquecidas numa crise.

P: Como é que a falta de transparência afecta a reputação e a sustentabilidade das organizações?

R: A falta de transparência é uma peça-chave no quebra-cabeças da reputação. Uma empresa que não é transparente e não divulga publicamente as suas ações, que não se relaciona com os seus stakeholders de perto e de forma confiável, que não enfrenta dificuldades e assume as suas responsabilidades, e não é responsável pelos impactos gerados no seu ambiente e comunidades, produz a desconstrução da sua reputação, e uma desconstrução da sociedade em que está inserida. É por isso que a transparência é a pedra angular na construção de organizações com altos níveis de reputação e padrões de sustentabilidade, e são aqueles que são valorizados, respeitados, escolhidos pelos consumidores, seguidos com interesse pelos investidores e, finalmente, crescem, geram emprego e dão uma contribuição efectiva para o desenvolvimento social.

P: Por que considera que uma cimeira como a CIBECOM é importante para o desenvolvimento presente e futuro de uma organização como a Focco (Chile)?

R: É importante porque é uma plataforma de conhecimento e networking a nível ibero-americano, que vai permitir aos seus participantes a partilha das melhores práticas, obter novas ferramentas relacionadas com a comunicação, a transparência e a sustentabilidade, e lhes abre um mundo de conhecimento, que de outra maneira, seria de muito difícil acesso.

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Tomás Regalado, Governador da Cidade de Miami: “Durante Cibecom, Miami vai ser a ‘Capital Virtual’ da comunicação corporativa em espanhol e português”

15 Fevereiro, 2017 |by Cibecom | Comentários fechados em Tomás Regalado, Governador da Cidade de Miami: “Durante Cibecom, Miami vai ser a ‘Capital Virtual’ da comunicação corporativa em espanhol e português” | La entrevista, Noticias | ,

P: Por que uma conferência como Cibecom é importante para o desenvolvimento da comunicação na Ibero-América e para Miami?

R: Para Miami, esta Cimeira de Cibecom significa uma reafirmação importante de seu valor como centro de atividade dos hispano-americanos nos Estados Unidos. Em nenhum outro lugar da nação, as pessoas de língua espanhola são tão ativos e exitosos em matéria de negócios, comércio e meios de comunicação quanto em Miami.

Cibecom ajudará a que os ibero-americanos identifiquem Miami como uma “capital virtual” das comunicações e da informação que os interessa.

P: Como os meios de comunicação ajudaram a fortalecer o conceito de transparência nos Estados Unidos nos últimos anos?

R: Os meios de comunicação dos Estados Unidos (EUA) foram o motor da transparência por meio de um jornalismo investigativo que vai até o fundo de cada ação do governo. O conceito de “truth finding” (buscar as raízes da verdade em qualquer afirmação) põe em ridículo o funcionário que se atreva a usar uma referência passada que não seja correta. A imediatez que provém dos computadores, unida ao direito dos jornalistas de receber a informação que desejem por meio da lei FOIA (Freedom of Information Act), produz evidências que levantam uma barreira diante das motivações ocultas ou as “manipulações” dos políticos e funcionários públicos.

P: Que características faz com que Miami seja um lugar apropriado e ideal para receber uma conferência ibero-americana como Cibecom?

R: Miami é, possivelmente, o lugar mais cosmopolita da nação e onde mais se fala castelhano. Miami tem grandes comunidades de espanhóis, de sul-americanos e de caribenhos de língua hispânica, o que faz dela uma espécie de “Nações Unidas” da América Hispânica. Os emigrantes de Cuba, Venezuela, Nicarágua, Equador, Argentina, Colômbia e Peru, para mencionar os mais numerosos, vivem nesta cidade e, com eles, estão presentes os principais problemas da região. Qualquer evento que tenha a ver com a América Hispânica encontrará em Miami um lugar apropriado.

P: Quais são os benefícios de desenvolver uma atividade econômica em Miami? Que benefício relacionado à reputação, a sustentabilidade ou a transparência a cidade oferece às organizações?

R: Miami é, de uma só vez, América Hispânica e Estados Unidos. Já é um feito o reconhecimento de Miami como o segundo centro internacional dos Estados Unidos e como porta de entrada do comércio do Sul da nação. Além disso, Miami é uma das cidades mais interconectadas do mundo, mediante o uso das novas tecnologias sem fio.

As regras sobre as quais funcionam os negócios, o comércio e o banco da cidade são as regras dos Estados Unidos. A maior parte das operações bancários e comerciais são monitoradas pelas agências de proteção da lei. As garantias legais que possuem os empresários em Miami são difíceis de superar, e a melhor prova é a quantidade de empresas estrangeiras, especialmente ao sul dos EUA, que têm escritórios centrais em Miami.

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Aberje premia melhores práticas da Comunicação Empresarial em 2016

2 Fevereiro, 2017 |by Cibecom | Comentários fechados em Aberje premia melhores práticas da Comunicação Empresarial em 2016 | , Noticias | , ,

Cerimônia de Premiação do Prêmio Aberje 2016 aconteceu na quinta-feira, 24 de novembro, em São Paulo

O Prêmio Aberje reconhece as melhores práticas da comunicação empresarial brasileira, estimulando, reconhecendo e divulgando os esforços e iniciativas na área da comunicação e dos relacionamentos. Por esse motivo, em 2013, foi eleito o mais importante prêmio do setor pela pesquisa Mapa da Comunicação Brasileira. Em 2016, os 170 jurados avaliaram mais de 210 projetos de 17 categorias, de mais de 120 empresas. Os vencedores nacionais foram revelados no dia 24 de novembro de 2016, na Cerimônia de Premiação, em São Paulo.

Desenvolver projetos, vencer desafios e tornar-se referência é o ciclo dessa premiação. São oportunidades para aperfeiçoar, modificar e colaborar com o desenvolvimento da comunicação e da sociedade brasileira. Além dos melhores cases de Comunicação, o Prêmio Aberje possui categorias que reconhecem os comunicadores, as empresas de mídia, o educador e a trajetória de comunicação de maior destaque do ano.

Confira a lista de vencedores do Prêmio Aberje 2016:

Cases vencedores

Comunicação de Marca

  • Colégios da Rede Marista, “Caixa de memórias: Relembrando os tempos de colégio”

Comunicação de Marketing

  • UNIMED-BH, “Lançamento do produto UNIMED Pleno”

Comunicação de Programas Voltados à Sustentabilidade Empresarial

  • NOVELIS, “Prêmio NOVELIS de Sustentabilidade”

Comunicação de Programas, Projetos e Ações Culturais

  • Natura Cosméticos, “Natura Musical: Uma década fazendo história na música brasileira”

Comunicação de Programas, Projetos e Ações Esportivas

  • Universidade Estácio de Sá, “Estácio de Sá Estácio no esporte – Formando campeões”

Comunicação e Organização de Eventos

  • THYSSENKRUPP CSA, “#CASAMENTAÇO – Casamento Comunitário”

Comunicação e Relacionamento com a Imprensa

  • AES Eletropaulo, “Sala energia de imprensa”

Comunicação e Relacionamento com a Sociedade

  • FIBRIA, “Nossa casa tem FIBRIA”

Comunicação e Relacionamento com o Consumidor

  • FRIBOI, “Academia da carne FRIBOI”

Comunicação e Relacionamento com o Público Interno

  • Grupo MARISTA, “Por mais olho no olho: O empoderamento dos gestores no processo de comunicação com os colaboradores”

Comunicação e Relacionamento Internacional

  • SAP Brasil, “SAP Spotlight tour – Posicionando o Brasil na mídia internacional como referência em soluções de tecnologia para diferentes setores da economia”

Comunicação Integrada

  • Norsk Hydro Brasil, “A Hydro, o a-ha, PARA SEMPRE”

Responsabilidade Histórica e Memória Empresarial

  • Rede Marista, “Memórias Maristas: histórias de amor e vida. Programa permanente de preservação e valorização da memória da Rede Marista”

Mídia Digital

  • Santander Brasil, “Linkedin santander universidades”

Mídia Audiovisual

  • PUERI DOMUS, “Pueri Videolab”

Mídia Impressa

  • Grupo Boticário, “Revista Essência”

Publicação Especial

  • FIBRIA, “Relatório FIBRIA 2015”

Comunicadores do Ano

  • Carina Almeida, presidente da Textual.
  • Daniela Schmitz, vice-presidente executiva de Comunicação Integrada da Edelman Significa.
  • Geraldo Magella, gerente de Comunicação Corporativa da Fibria.
  • Luciana Coen, diretora de Comunicação Integrada e Responsabilidade Social Corporativa da SAP.
  • Malu Weber, diretora de Comunicação Corporativa da Votorantim Cimentos.
  • Marco Cortinovis, diretor de Comunicação para América Latina da Pirelli.
  • Nelson Silveira*, diretor de Comunicação e Relações Públicas da GM (*vencedor também da votação online como Comunicador do Ano pela Audiência Aberje).
  • Saulo Passos, diretor Global de Comunicação e Marketing da Embraer.
  • Solange Fusco, Diretora de Comunicação Corporativa do Grupo Volvo América Latina.
  • Tania Magalhães, diretora de Comunicação da Pay Pal.

Mídias do Ano

  • Televisão
  • Grupo Bandeirantes de Comunicação – canais BandNews e Arte 1  e sua parceria com o jornal The New York Times

Mídia Portal

  • UOL

Plataforma Multimídia

  • Red Bull Basement

Mídia Digital

  • Infomoney/Bloomberg

Mídia Digital Especializada

  • YouTube da GE do Brasil

Conteúdo de Marca

  • Estúdio ABC

Educador do Ano

  • Maria Russell, professora e diretora da S. I. Newhouse School of Public Communications, da Universidade de Syracuse

Trajetória do Ano

  • Milton Jung, jornalista e apresentador da rádio CBN

Empresa do Ano

  • Fibria
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Reputação Corporativa, Carlos Bonilla

2 Fevereiro, 2017 |by Cibecom | Comentários fechados em Reputação Corporativa, Carlos Bonilla | , Noticias | ,

Um dos conceitos atualmente em voga em relações públicas é a reputação corporativa, que está ligada com o posicionamento da empresa em si perante seus interlocutores, além daquela que possuem os produtos que a mesma oferece ao mercado. Poderíamos considerar que existem três categorias de marcas. A de produto, a corporativa e a híbrida, que abarca às duas primeiras.

Como exemplo, podemos citar que Ariel é a marca de sabão em pó; assim como Procter & Gamble é a marca corporativa de quem a produz. O mesmo ocorre com Corona e a Cervejaria Modelo; com Aspirina e Bayer; ou com Quick e Nestlé.

As marcas híbridas são as que identificam tanto a empresa como seus produtos. Alguns exemplos são Colgate Palmolive, Ford, Apple e Coca-Cola, a marca mais reconhecida no mundo e uma das companhias mais admiradas do mundo.

Algumas empresas preferem reconstruir a reputação de suas marcas e da própria companhia de forma separada, sem associar ambas perante os consumidores. Procter & Gamble está posicionada no meio empresarial como uma empresa muito exitosa, mas é raro o consumidor de Tide, Crest ou Ariel consciente de que esses produtos são fabricados pela companhia. Não ocorre assim para o consumidor do creme dental Colgate ou do sabonete Palmolive, produtos que levam como nome o da própria empresa que os fabrica. Este tipo de empresa constrói sua reputação corporativa paralelamente aos seus produtos. Esta estratégia tem a vantagem da sinergia, quando se trata de uma marca exitosa, mas também do risco do fato que a sorte de ambos – produto e empresa – depende do posicionamento e aceitação do primeiro. No caso de o produto ter algum problema que ameaça sua reputação – como, por exemplo, uma adulteração, falta de distribuição, etc. – irremediavelmente arrastaria consigo a reputação da empresa.

As marcas se constroem a partir da eficiência com a que os produtos e serviços satisfazem as necessidades dos consumidores ou dos usuários dos mesmos. Um elemento fundamental é a comunicação. A publicidade torna possível que a marca seja conhecida no mercado, mas também contribui para lhe dar prestígio, posicionando-a como uma das marcas que são de conhecimento público.

Os dois elementos chave para o lançamento de um produto no mercado são a diferenciação e a relevância. O primeiro nos diz sobre aqueles atributos do produto ou os benefícios que este traz aos consumidores em comparação com seus competidores. O segundo refere-se à forma como o produto satisfaz às necessidades ou desejos do consumidor, ou muda seu estilo de vida.

Entretanto, existem outros dois elementos chave para diferenciar uma marca. Um deles é a familiaridade que os consumidores têm com a mesma e as experiências positivas com os produtos no dia a dia, além do simples conhecimento da existência da marca. O outro elemento é a estima. Esta deriva do nível de satisfação do usuário e de sua preferência da marca sobre outras existentes no mercado ou as que se incorporam ao mesmo. Isto é, a promessa comprida que gera confiança e lealdade no consumidor.

Mas, da mesma forma que o consumidor premia com sua lealdade à empresa na qual confia, castiga os produtos e as empresas que os fabricam quando estes não satisfazem suas expectativas, quando percebe que não cumprem com o prometido.

Da mesma forma, ocorre com a chamada reputação corporativa ou marca corporativa, quando a empresa não cumpre com as expectativas da comunidade da qual faz parte. Os diferentes interlocutores da empresa têm expectativas em relação à mesma. Estas são satisfeitas á medida em que a empresa tenha uma conduta social de acordo com as necessidades de seu entorno. Isso se cumpre de maneira eficiente com sua responsabilidade perante a sociedade, o que se interpreta agora como sendo um bom cidadão corporativo. Por exemplo, no Japão se mede o cumprimento da responsabilidade social de uma empresa por meio do número de empregos que cria. Nos Estados Unidos, pela forma como ela se expande e ganha mercado no mundo.

A reputação corporativa, sem dúvida uma vantagem competitiva para a empresa, se constrói a partir de uma conduta organizacional de acordo com as necessidades e expectativas dos interlocutores da mesma empresa e do eficiente manejo dos meios de comunicação, para garantir a correta percepção da empresa por parte de suas audiências. Dizem bem os que dizem que fazer relações públicas consiste em portar-se bem e que os demais saibam disso.


Carlos Bonilla

Licenciado em Jornalismo e Comunicação Coletiva pela UNAM e Mestre em Relações Públicas pelo CADEC. É sócio-fundador e atualmente ocupa o cargo de Vice-presidente Executivo no AB Estúdio de Comunicação, uma das 10 firmas de consultoria em Comunicação Estratégica e Relações Públicas mais importantes do México, e professor do Máster em Comunicação Digital do CADEC e da Universidade de Cantábria.

Atuou como Diretor da Escola de Comunicação e Relações Públicas da Universidade Latino-Americana. Durante 37 anos, foi catedrático na licenciatura e pós-graduação nas universidades Latino-Americana, Anáhuac, Pan-americana, do Nordeste e Autônoma de Celaya, assim como do ITESM e do CADEC, onde foi professor fundador e agraciado como Professor Emérito. É autor e coautor de livros sobre relações públicas. Integrante da Corrente Latino-Americana de Relações Públicas, deu diversas conferências sobre a especialidade em foros nacionais e internacionais. É membro do Conselho Assessor do MERCO México, o medidor de reputação corporativa mais importante da Europa.

Foi eleito “O profissional de Relações Públicas do ano 2013”, reconhecimento dado pela Associação Mexicana de Profissionais de Relações Públicas (PRO-RP).

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O conceito de RSC e o que significa, Lorena Carreño

2 Fevereiro, 2017 |by Cibecom | Comentários fechados em O conceito de RSC e o que significa, Lorena Carreño | , Noticias | , , ,

Muitas empresas veem a Responsabilidade Social como um gasto e não como um investimento, e esta questão precisa ser tratada, de uma vez por todas, como um pilar da competitividade alinhado com a estratégia dos negócios e não como uma mera filantropia ou caridade. Para alcançar este objetivo não significa que tenha que se mudar a essência do negócio, mas sim que se utilizem diferentes métodos. No México, o assunto está na ordem do dia há vários anos, e cada vez mais vemos um avanço gradual na agenda pública e empresarial. Está provado que, na altura de escolher entre duas marcas da mesma qualidade e preço, a decisão de compra incide em 41% para aquela marca que tem a componente da responsabilidade social, seguida do design e da inovação, que atingem 32% ou 26% de lealdade à marca. E como se não bastasse, estudos oficiais indicam que 70% dos consumidores dizem que estão dispostos a pagar mais por uma marca que apoie causas sociais ou ambientais.

Que benefícios proporciona a RSC (Responsabilidade Social Corporativa) e que prioridade dão as organizações a este assunto? A União Europeia no seu “Livro Verde” define-a como “a integração voluntária pelas empresas de preocupações sociais e ambientais nas suas operações comerciais e na sua relação com os seus interlocutores“, e o Conselho Mundial Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável enquadra-a como “o compromisso das empresas para contribuir para o desenvolvimento económico sustentável com os funcionários, as suas famílias, a comunidade local e sociedade em geral para melhorar a sua qualidade de vida“. Em ambas as definições está a sociedade, o meio ambiente e criação de valor no longo prazo.

Se o termo RSC está ligado ao desenvolvimento sustentável e à gestão do seu impacto económico, deveria ser visto a partir da perspectiva de rentabilidade no negócio, mas não é assim, já que para a maioria das empresas este assunto ainda não faz parte do seu core business, pelo que é necessária uma maior consciência social e, para além das boas intenções de exibir um diploma entregue por terceiros, são necessárias melhores ferramentas que permitam aos empresários aplicar melhor os seus esforços.

A Aliança para a Responsabilidade Social Corporativa (AliaRSE) e o Centro Mexicano para a Filantropia (Cemefi) fizeram a primeira tentativa para distinguir as empresas com esta abordagem no país. Embora haja muito espaço para melhorar, esta é uma primeira iniciativa para evidenciar estratégias empresariais, divulgando as ações das empresas que têm um verdadeiro impacto social. Sem dúvida, o interesse para obter esta distinção está a crescer, já que, 17 empresas obtiveram o diploma em 2001, e em 2014 o número de empresas galardoadas aumentou para 774.

Este diploma não é uma certificação, mas sim um auto-diagnóstico suportado pela organização e verificado pelas empresas que o concedem.

O interesse em promover a responsabilidade social tem levado a outras iniciativas de várias organismos, tais como o Instituto de Desenvolvimento Empresarial Anáhuac (IDEA), o Instituto Mexicano de Executivos de Finanças (IMEF), a Norma Mexicana de Responsabilidade Social, o Pacto Global México, a Red Puentes, e os Comunicadores de Responsabilidade Social (COPARES), entre outros. Isso revela que há muito a ser feito, e que a estratégia de Responsabilidade Social das Organizações deve ser integrada.

A questão da reputação e da imagem de marca tem dado um forte impulso à responsabilidade social: quando uma organização está envolvida numa crise mediática motivada por danos ambientais, direitos humanos ou corrupção, os gestores aceleram a implementação dos esforços de gestão ética nos seus negócios. Se nos anos cinquenta do século XX o bem mais valioso da organização eram os bens tangíveis, na primeira década do século XXI isso mudou, para dar mais valor à marca. De acordo com a Brand Finance, atualmente os bens tangíveis representam apenas 10% do valor da marca. Hoje, a maior riqueza está na relação da marca com a sociedade, pois os consumidores já não procuram os valores da marca, é a marca que tem de aproximar-se dos nossos valores e aspirações como sociedade. Logo mais, não é a própria sociedade que deverá avaliar as empresas nas suas ações de Responsabilidade Social?.

O termo Responsabilidade Social tem sido conotado com conceitos como a filantropia ou caridade, o que, longe de ajudar ao seu posicionamento, dão uma noção completamente alheia da sua verdadeira função. Durante décadas, foram desenvolvidos esforços para não ser identificada como uma questão assistencial: antes de mais, deve gerar um maior compromisso com a empresa, identificar melhor o seu impacto social externo e na sua própria estrutura, como um claro compromisso de trabalho com os seus funcionários e membros de uma comunidade específica.

Por outras palavras, a RSC envolve o diálogo e a interação com os diversos stakeholders da organização, pois esta é uma visão de negócio que integra o respeito pelas pessoas, pelos valores éticos, pela comunidade e pelo meio ambiente com a própria gestão da empresa, independentemente do produto, do serviço, do setor de atividade, do tamanho ou da nacionalidade com que aparece no mercado. Esta atitude não é alheia à função original da empresa, mas pelo contrário, implica cumprir com a sua missão sabendo que terá um impacto, positivo ou negativo, com os grupos ligados ao seu funcionamento. Se não for aplicada de forma integral, corre-se o risco da implementação de práticas que, embora sejam socialmente responsáveis, ao não estarem coordenadas com um mandato e uma cultura institucional, podem vir a ser suspensas por qualquer eventualidade, situação imprevista, crise orçamental ou de gestão da empresa.

Em resumo, a RSE está comprometida com a melhoria contínua da organização, o que pode gerar valor acrescentado para todos os seus stakeholders e com eles ser sustentavelmente competitiva: na sua estrutura interna, focada na criação de valor entre os colaboradores que se integram com equidade, justiça, qualidade de vida e desenvolvimento integral; e na sua estrutura externa, na geração de bens úteis para os seus stakeholders, além do reconhecimento social e corporativo, e o ambiente favorável do mercado para o desenvolvimento do negócio.

A RSC enquadra-se em quatro áreas estratégicas que são a ética empresarial e a governança, a qualidade de vida da empresa, a ligação e o compromisso com a comunidade e seu desenvolvimento, e o cuidado e preservação do meio ambiente. Estas quatro áreas estão inseridas nos princípios do Pacto Global para apoiar e implementar um conjunto de valores fundamentais nas áreas de direitos humanos, das normas laborais e do meio ambiente, o que significa que uma empresa deve promover mudanças positivas em sectores relevantes para as suas operações de negócios.

Com um percurso de mais de 20 anos de experiência, Lorena Carreño foi presidente da PRORP, a Associação Mexicana de Relações Públicas. Atualmente é vice-presidente da CICOM (Confederação de Comunicação de Marketing) e diretora geral da Marketing Q S&C, uma empresa de consultoria de Comunicação Corporativa, e sócia da agência LewisPR, com sede em Londres.

Pode ser contactada em: lcarreno@marketingq.com.mx e @LoreCarreno

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